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HOSTLocation é a quinta em web

Hostlocation é a quinta empresa de hospedagem de aplicações web

Publicado em Agosto/2010 - Origem: TI Inside

A Hostlocation foi um dos destaques no segmento de web hosting da edição 2010 sobre tecnologias verticais no segmento de telecom da revista Série Estudos. De acordo com o levantamento, que avalia informações dos players mais importantes do mercado, a Hostlocation ocupa o 5º lugar no ranking das 10 maiores empresas focadas em hospedagem de aplicações web, com crescimento de 10,4% em relação a 2008 e share de 2%.
Na análise de Marcelo Safatle, diretor executivo da Hostlocation, a posição alcançada pela empresa em um segmento tão pulverizado por conta do grande número de fornecedores é resultado do fato de o data center ser focado em pequenas e médias empresas desde 1998. “Esse foco nos permite conhecer necessidades específicas do segmento e nos capacita para oferecer serviços que agregam valor ao negócio do nosso usuário, porque estão alinhados de acordo com a realidade desse mercado”, afirma.
Para montar a classificação, foram analisados fatores como lucro, percentual de crescimento e a participação de mercado. Com base nas informações levantadas, a pesquisa apontou o amadurecimento do segmento de hospedagem web, com avanço de tecnologias e aumento de qualidade de serviços, e destaca que a adoção da computação em nuvem deverá provocar o realinhamento estrutural desse mercado em breve.

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Com a crise aprendemos a crescer

Foi em meio à crise que aprendemos a crescer

Publicado em Agosto/2010 - Origem: B2B Magazine - Por Marcelo Safatle, Diretor executivo da Hostlocation

Pensava-se que naquele momento entraríamos num período de recessão sem precedentes, talvez comparável apenas à crise de 1929. Falar em expansão ou em crescimento parecia algo absurdo frente à crise econômica que se alastrava globalmente e havia uma forte expectativa para que os data centers mundiais reavaliassem seus gastos com estrutura e energia. Eram introduzidos ali os termos convergência de infraestrutura e eficiência energética, hoje palavras chaves no vocabulário de qualquer gestor de data center.

Sob este novo panorama, investimentos em virtualização e em cloud computing tornaram-se essenciais. O que seria possivelmente investido apenas no futuro, teve de ser antecipado para contemplar as novas necessidades impostas pela crise. Entretanto, ocorria ali um investimento pontual. Quem agiu naquele momento fez uma boa escolha e hoje colhe os resultados. Os investimentos em TI tendem a aumentar com a estabilização do mercado global e aqueles que souberam se preparar lá atrás são os maiores beneficiados de agora.

Pesquisa realizada pelo Gartner no final de 2009 constatou que o faturamento mundial de software de virtualização crescera cerca de 43% apenas naquele ano. Dados divulgados pelo IDC demonstram que a expansão dos serviços de computação em nuvem gerou expansão de 43,4% na venda de servidores no Brasil durante o primeiro trimestre de 2010.

Em outras palavras, num curto espaço de tempo fomos obrigados a nos adaptar ao novo cenário mundial, o que obviamente nos trouxe inúmeros benefícios ao mesmo tempo em que nos coloca à frente da seguinte equação: reduzir os gastos com energia e espaço físico utilizado ao mesmo tempo em que criamos uma estrutura inteligente e redundante, o que permite o melhor funcionamento da parte operacional e que, para o cliente, se traduz num suporte mais ágil e eficiente.

Paralelamente, a introdução dessas tecnologias e a nova dinâmica do mercado criam uma nova realidade também para as micro e pequenas empresas, que hoje podem adquirir essas soluções de TI por valores mais razoáveis e acessíveis.

Ao fim, a crise econômica, pelo menos neste aspecto, teve seu lado positivo. Ali era imposto um desafio que, percebo hoje, ter sido superado e ampliado. O que naquele momento era utilizado como alternativa para um momento negativo, hoje é uma realidade inquestionável. Virtualização, cloud computing, convergência de estrutura, eficiência energética são todos termos que não mais abandonaremos e que agora deixam de ser simples tendências. O mercado já dá sinais claros de que essas tecnologias foram incorporadas e aceitas e que agora entram em sua fase de maturação, mais uma prova de que é em meio aos grandes desafios que encontramos as grandes soluções.